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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Cheguei em 2014

Ufa...

Agora sim posso respirar um ar mais puro, 2013 já se foi... pra valer!!!
E meu 2014 veio aos poucos, primeiro com muita agitação das férias, depois minha ficha caindo sobre a nova realidade que me aguarda, de volta ao lar, e formular as expectativas para o semestre, conforme as definições que ainda estão por acontecer.

Mas antes de voltar às aulas (digo, ao trabalho!) e começar de fato o ritmo que me acompanhará até julho, pelo menos, por que não curtir mais um pouco os bons momentos que já tive até aqui???

Fiz uma viagem sensacional para o Texas, visitando a família, e depois New York, para conhecer a Broadway, realizando parte de um sonho que ainda precisa se repetir para ser completo! Digo isso porque precisava de mais tempo para ver tudo o que queria, contudo sou grata a vida por este presente incrível!

Obs: Se conseguir, posto algumas das mais de 900 fotos produzidas durante a viagem (até agora o site buscou, mas não carregou). Vou continuar tentando. 

Feliz 2014 a todos e boas leituras!

Divirtam-se comigo neste Blog...rs!!!

Bjs,

Talita Godoy


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sábado, 26 de outubro de 2013

Ninguém sabe quem é o autor dessa coisa

Ninguém sabe quem é o autor dessa coisa, mas é uma coisa certa e muito bem bolada !






A palavra "coisa" é um bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades. É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma idéia. Coisas do português.




A natureza das coisas: gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma "coisificar". E no Nordeste há "coisar": "Ô, seu coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?".




Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o Aurélio. "E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas, os seios" (Riacho Doce, José Lins do Rego).


Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha.




Em Olinda, o bloco carnavalesco "Segura a Coisa" tem um baseado como símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta: "Segura a coisa com muito cuidado / Que eu chego já." E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o "Segura a Coisinha".




Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, mas modernista: Oswald de Andrade escreveu a crônica O Coisa em 1943. A Coisa é título de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das Coisas, e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas.




Em Minas Gerais, todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem, que lá é chamado de "a coisa". A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trem que lá vem a coisa!"




Devido lugar: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (...)". A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro. "Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca." Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.




Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!), seja quando canta "Alguma coisa acontece no meu coração", de Caetano Veloso, ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa).




Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino. Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim!




Coisa de cinema! A Coisa virou nome de filme de Hollywood, que tinha o seu Coisa no recente Quarteto Fantástico. Extraído dos quadrinhos, na TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70. E no programa Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira faz o personagem "Coisinha de Jesus".




Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma" vira "coisíssima nenhuma". Mas a "coisa" tem história na MPB. No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré ("Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar"), e A Banda, de Chico Buarque ("Pra ver a banda passar / Cantando coisas de amor"), que acabou de ser relançada num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre remasterizou.




Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava nem aí com as coisas: "Coisa linda / Coisa que eu adoro".




Cheio das coisas. As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração, Coisas que não se esquecem, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração. Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos, o "rei" das coisas. Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as coisas.




Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade (afinal, "são tantas coisinhas miúdas"). Já para Beth Carvalho, é de carinho e intensidade ("ô coisinha tão bonitinha do pai"). Todas as Coisas e Eu é título de CD de Gal. "Esse papo já tá qualquer coisa...Já qualquer coisa doida dentro mexe." Essa coisa doida é uma citação da música Qualquer Coisa, de Caetano, que canta também: "Alguma coisa está fora da ordem."


Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar. Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal. O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques. O cheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa. Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.




A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral. Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o poder, a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa: "Agora a coisa vai." Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas!




Coisa à toa. Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa qualquer, um coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado de coisas, no poema Eu, Etiqueta, Drummond radicaliza: "Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente." E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa".




Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para serem usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas? Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más.




Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou coisa parecida", cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda.




Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento: "amarás a Deus sobre todas as coisas".




ENTENDEU O ESPÍRITO DA "COISA" ?



quinta-feira, 29 de agosto de 2013

CONVITE - "Entrevista Aberta" com João Anzanello Carrascoza



Amigos,

Neste sábado, 14, das 11h às 13h30, acontece a segunda edição do projeto "Entrevista Aberta". O convidado é um cara sensacional: o escritor e publicitário João Anzanello Carrascoza.

O João tá sendo bem festejado e acabou de publicar o primeiro romance, "Aos 7 e aos 40" (Cosac Naify). Ele já tem uma obra de contista extensa e de altíssima qualidade, quase sempre indo fundo na infância e revendo e recriando as figuras que marcaram sua vida. Tem toda uma sutileza, junto de um lirismo forte, consciente de que a vida é um sopro muito rápido. 

O João também é um estudioso dedicado da criação publicitária, do texto de propaganda, especificamente, com livros muito lidos a respeito.

Em resumo, é uma boa oportunidade de conhecer e dialogar com um cara tão bacana. Eu fui dia desses até Cravinhos, onde ele nasceu, para conhecer sua origem (tem texto aqui http://jornalirismo.com.br/jornalismo/14/1835-de-anzanellos-e-carrascozas).

O encontro deste sábado começa às 11h, na tradicional FNAC Pinheiros, SP. Pertinho do Metrô Faria Lima. Gostaria muito de contar com a presença de vocês. Anexa vai a imagem de divulgação do encontro, caso queiram compartilhar com os amigos.

Até sábado.

Beijos e abraços em todos,
Gui

***E-mail encaminhado pelo diretor do Portal Jornalirismo, Guilherme Azevedo, em 10/09/2013***

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domingo, 25 de agosto de 2013

Evento - Entrevista Aberta, com Audálio Dantas


JORNALIRISMO REALIZA SEU PRIMEIRO EVENTO 
NO PROJETO "ENTREVISTA ABERTA"



     Comecei o dia cheia de planos que não deram certo. O ideal seria acordar tarde, ir à livraria FENAC, em Pinheiros, assistir e participar da entrevista com o jornalista e escritor Audálio Dantas, aprender muito com ele, rever o professor Guilherme, ficar feliz pela realização do seu primeiro evento dentro do projeto Entrevista Aberta, comprar uns livros e voltar pra casa. 

Em lugar disso acordei cedo, fui para a reunião do condomínio, dei a desculpa para os colegas do trabalho por ter perdido uma reunião e faltei na prova. Mas não tinha estudado, vou fazer isso hoje para a prova substitutiva, na semana que vem. Mas teve outra reunião, dessa eu não pude escapar, participei a contra-gosto. No final, quase 13 horas, contei o drama do meu dia a um amigo e perguntei, como quem já tinha recebido todos os "nãos" daquela manhã: me dá uma carona? Sim! Ele me deixou em 10 minutos na porta da livraria, corri ao terceiro ou quarto andar, não me lembro, e lá estavam eles: Guilherme Azevedo, mediando a parte final do evento, Audálio Dantas, numa cadeira giratória, cercado de cadeiras com pessoas de diferentes tipos: uns com cara de estudantes, outros com cara de jovens ou velhos jornalistas, pessoas que estavam na livraria e resolveram subir ao salão de eventos, câmeras, uma mesa para o coffebreak e, em exposição, os livros do Audálio, que no final comprei e levei para casa um autógrafo pra lá de especial. 

Como cheguei na reta final do evento, fiquei bem quietinha, me contendo de curiosidade para perguntar sobre... adivinha o quê! Revista Realidade... Audálio trabalhou em 1970, período posterior ao que  estudei no Mestrado, mas conviveu com os repórteres que citei, o que para mim chega a ser motivo suficiente para considerar o momento emocionante, imagino a sua história!

Após aguardar alguns minutos, recebi um caloroso abraço do escritor que fez a seguinte dedicatória no exemplar do seu livro que comprei especialmente para receber seu autógrafo: 

"Para Talita Godoy, que não é do Tempo de Reportagem (título do livro) como ela já foi, mas que certamente permanecerá, com minhas saudações, Viva!" Audálio Dantas, 17/08/2013  

Por meio de suas palavras, no pouquíssimo de tempo em que pude ouvi-lo, bateu forte o sentimento que tenho com a história das pessoas encantadoras que a vida me dá a honra e o prazer de encontrar pelo meu caminho. 

Fico fascinada, em tão poucos minutos, ao receber respostas tão inusitadas a perguntas simples que faço e que dão um resultado surpreendente, ao meu ver. Talvez essa percepção seja um dom que ainda não explorei, pois segundo as palavras do Audálio, temos a missão de registrar a história da humanidade por meio dos nossos escritos.

Observar, ouvir, perguntar e captar cada detalhe de uma boa resposta é apenas parte dessa missão. Queria muito completar colocando no papel tudo o que percebo nos seres com quem converso, ainda que por apenas alguns segundos, mas que me provocam certo encantamento por suas histórias de vida. 

Cada pessoa carrega consigo uma peculiaridade que me faz aumentar o senso de respeito pelo ser humano, consideração por sua vida, história, momento singular e como ela conduz os fatos vivenciados por ela mesma. 

Apesar da decepção que é conviver com algumas delas, é extremamente prazeroso observar o ser humano e fazer as descobertas que faço, mesmo quando estou distraída... então me surpreendo mais!

Quisera eu ter alguma influencia nelas, me tornar cativante em tão pouco tempo, como a maioria das pessoas é para mim.

Apenas por relembrar isso, valeu muito a correria que foi aquele sábado!!!

E por falar em vida, encerro com uma singela homenagem ao Vinícius, sempre de cara amarrada, mas que se rendeu à simplicidade do Thiago Gaudêncio, a quem deixo um lembrete: "você contribuiu para alegrar a vida um homem simples; com um gesto tão pequeno provocou nele um sentimento de gratidão notável por todos nós. Chegou a ser divertido ver a reação dele cada vez que você se aproximava, apenas por ter vendido seu celular... mas o fez de coração, e compartilhou do tal upgrade que o encheu de orgulho... uma das últimas alegrias que ele teve na vida antes de falecer, esta semana em acidente de moto. Você e ele poderiam ter passado a sua vida sem este fato, mas aconteceu e nos marcou, pela sinceridade com que o Vinícius demonstrava estar feliz com o novo celular. Pouco para nós, mas certamente muito para ele. O que mais importa"? 

Ser feliz... é tão gostoso como fazer feliz!!!

E que eu aproveite melhor os meus momentos para escrever mais. Quase perco o jeito quando paro, como dá pra perceber, rs!!!



P.S.: AGUARDEM NOTÍCIAS SOBRE O PRÓXIMO "ENTREVISTA ABERTA", QUE SERÁ EM SETEMBRO!!! 


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Talita Godoy
25/08/2013


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domingo, 28 de julho de 2013

O sucesso consiste em não fazer inimigos - Max Gehringer

***Circulou na Internet que...

 Nas relações humanas no trabalho, existem 3 importantes regras: 

Regra número 1: 

Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar.
Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. 
 Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009. 

Regra número 2: 

A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros. 

Regra número 3: 

Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo,parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. 
 Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender. 

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é! 
 
A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos. 


Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho.
Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa! 

Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória. 

"Na natureza não existem recompensas nem castigos. 
Existem conseqüências."



AUTOR: MAX GEHRINGER

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domingo, 21 de julho de 2013

Texto - "Atribuição de Notas"

Por contribuição do meu sempre querido professor Moisés Olímpio, segue um texto, creio eu ser verídico, que circulou recentemente na Internet. 

A realidade de nossa (Des)educação.


ATRIBUIÇÃO DE NOTAS

                – Caro professor o chamei aqui na sala da direção pois constatei que você atribuiu nota zero a vários alunos.
            – Sim, são alunos que não fazem nada, mal trazem o material, ficam a brincar e raramente abrem os cadernos. Até pedi a convocação dos pais, porém não solucionou o caso.
            – Entendo, vejamos um caso…este aqui, C. F.S.; você o conhece.
            – Sim, é da oitava série.
            – Humm, ele frequenta a escola.
            – Sim.
            – Então merece um ponto, não acha, afinal possui algum conhecimento geográfico, consegue chegar à escola, sem contar que consegue localizar a sala. Convenhamos então que o aluno  está presente e merece um ponto pela simples presença!  Aliás, ele traz material.
            – Sim, mas não usa.
            – Ora professor, se ele traz o material, ele consegue contextualizar o momento histórico, sabe que vem para a escola e que deve trazer o material, mais um ponto.
            – Às vezes ele vem sem, e pede para coleguinhas.
            – Ora, então ele sabe fazer interações, devemos levar isso em conta, logo mais um ponto.  Ademais, se olharmos bem, chegar até a oitava série sem desistir, devemos estimular esse jovem, mais um ponto. Diga-me, ele sabe escrever o próprio nome.
            – Sim.
            – Então mais um ponto. E você, professor, é um aluno seu, você deve ter dado recuperações para esse aluno, e ele merece uma nota, pois foi oportunizado! Finalmente, a escola, nossa escola tem o objetivo de garantir o sucesso do aluno, assim a própria escola tem o dever de atribuir um ponto ao aluno em questão. Agora vejamos, três, cinco…sete. Pronto professor, o aluno que você daria zero agora tem sete, veja que daria uma nota zero a um aluno de sete! Deve mudar seu conceito de avaliação caro mestre!
            – E o meu de escola também.
            – Ora professor, que nota atribui a nossa escola, zero também?
            – Não sete.


Autor: Profº. Ricardo Gomes Pereira