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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

CONVITE - "Entrevista Aberta" com João Anzanello Carrascoza



Amigos,

Neste sábado, 14, das 11h às 13h30, acontece a segunda edição do projeto "Entrevista Aberta". O convidado é um cara sensacional: o escritor e publicitário João Anzanello Carrascoza.

O João tá sendo bem festejado e acabou de publicar o primeiro romance, "Aos 7 e aos 40" (Cosac Naify). Ele já tem uma obra de contista extensa e de altíssima qualidade, quase sempre indo fundo na infância e revendo e recriando as figuras que marcaram sua vida. Tem toda uma sutileza, junto de um lirismo forte, consciente de que a vida é um sopro muito rápido. 

O João também é um estudioso dedicado da criação publicitária, do texto de propaganda, especificamente, com livros muito lidos a respeito.

Em resumo, é uma boa oportunidade de conhecer e dialogar com um cara tão bacana. Eu fui dia desses até Cravinhos, onde ele nasceu, para conhecer sua origem (tem texto aqui http://jornalirismo.com.br/jornalismo/14/1835-de-anzanellos-e-carrascozas).

O encontro deste sábado começa às 11h, na tradicional FNAC Pinheiros, SP. Pertinho do Metrô Faria Lima. Gostaria muito de contar com a presença de vocês. Anexa vai a imagem de divulgação do encontro, caso queiram compartilhar com os amigos.

Até sábado.

Beijos e abraços em todos,
Gui

***E-mail encaminhado pelo diretor do Portal Jornalirismo, Guilherme Azevedo, em 10/09/2013***

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domingo, 25 de agosto de 2013

Evento - Entrevista Aberta, com Audálio Dantas


JORNALIRISMO REALIZA SEU PRIMEIRO EVENTO 
NO PROJETO "ENTREVISTA ABERTA"



     Comecei o dia cheia de planos que não deram certo. O ideal seria acordar tarde, ir à livraria FENAC, em Pinheiros, assistir e participar da entrevista com o jornalista e escritor Audálio Dantas, aprender muito com ele, rever o professor Guilherme, ficar feliz pela realização do seu primeiro evento dentro do projeto Entrevista Aberta, comprar uns livros e voltar pra casa. 

Em lugar disso acordei cedo, fui para a reunião do condomínio, dei a desculpa para os colegas do trabalho por ter perdido uma reunião e faltei na prova. Mas não tinha estudado, vou fazer isso hoje para a prova substitutiva, na semana que vem. Mas teve outra reunião, dessa eu não pude escapar, participei a contra-gosto. No final, quase 13 horas, contei o drama do meu dia a um amigo e perguntei, como quem já tinha recebido todos os "nãos" daquela manhã: me dá uma carona? Sim! Ele me deixou em 10 minutos na porta da livraria, corri ao terceiro ou quarto andar, não me lembro, e lá estavam eles: Guilherme Azevedo, mediando a parte final do evento, Audálio Dantas, numa cadeira giratória, cercado de cadeiras com pessoas de diferentes tipos: uns com cara de estudantes, outros com cara de jovens ou velhos jornalistas, pessoas que estavam na livraria e resolveram subir ao salão de eventos, câmeras, uma mesa para o coffebreak e, em exposição, os livros do Audálio, que no final comprei e levei para casa um autógrafo pra lá de especial. 

Como cheguei na reta final do evento, fiquei bem quietinha, me contendo de curiosidade para perguntar sobre... adivinha o quê! Revista Realidade... Audálio trabalhou em 1970, período posterior ao que  estudei no Mestrado, mas conviveu com os repórteres que citei, o que para mim chega a ser motivo suficiente para considerar o momento emocionante, imagino a sua história!

Após aguardar alguns minutos, recebi um caloroso abraço do escritor que fez a seguinte dedicatória no exemplar do seu livro que comprei especialmente para receber seu autógrafo: 

"Para Talita Godoy, que não é do Tempo de Reportagem (título do livro) como ela já foi, mas que certamente permanecerá, com minhas saudações, Viva!" Audálio Dantas, 17/08/2013  

Por meio de suas palavras, no pouquíssimo de tempo em que pude ouvi-lo, bateu forte o sentimento que tenho com a história das pessoas encantadoras que a vida me dá a honra e o prazer de encontrar pelo meu caminho. 

Fico fascinada, em tão poucos minutos, ao receber respostas tão inusitadas a perguntas simples que faço e que dão um resultado surpreendente, ao meu ver. Talvez essa percepção seja um dom que ainda não explorei, pois segundo as palavras do Audálio, temos a missão de registrar a história da humanidade por meio dos nossos escritos.

Observar, ouvir, perguntar e captar cada detalhe de uma boa resposta é apenas parte dessa missão. Queria muito completar colocando no papel tudo o que percebo nos seres com quem converso, ainda que por apenas alguns segundos, mas que me provocam certo encantamento por suas histórias de vida. 

Cada pessoa carrega consigo uma peculiaridade que me faz aumentar o senso de respeito pelo ser humano, consideração por sua vida, história, momento singular e como ela conduz os fatos vivenciados por ela mesma. 

Apesar da decepção que é conviver com algumas delas, é extremamente prazeroso observar o ser humano e fazer as descobertas que faço, mesmo quando estou distraída... então me surpreendo mais!

Quisera eu ter alguma influencia nelas, me tornar cativante em tão pouco tempo, como a maioria das pessoas é para mim.

Apenas por relembrar isso, valeu muito a correria que foi aquele sábado!!!

E por falar em vida, encerro com uma singela homenagem ao Vinícius, sempre de cara amarrada, mas que se rendeu à simplicidade do Thiago Gaudêncio, a quem deixo um lembrete: "você contribuiu para alegrar a vida um homem simples; com um gesto tão pequeno provocou nele um sentimento de gratidão notável por todos nós. Chegou a ser divertido ver a reação dele cada vez que você se aproximava, apenas por ter vendido seu celular... mas o fez de coração, e compartilhou do tal upgrade que o encheu de orgulho... uma das últimas alegrias que ele teve na vida antes de falecer, esta semana em acidente de moto. Você e ele poderiam ter passado a sua vida sem este fato, mas aconteceu e nos marcou, pela sinceridade com que o Vinícius demonstrava estar feliz com o novo celular. Pouco para nós, mas certamente muito para ele. O que mais importa"? 

Ser feliz... é tão gostoso como fazer feliz!!!

E que eu aproveite melhor os meus momentos para escrever mais. Quase perco o jeito quando paro, como dá pra perceber, rs!!!



P.S.: AGUARDEM NOTÍCIAS SOBRE O PRÓXIMO "ENTREVISTA ABERTA", QUE SERÁ EM SETEMBRO!!! 


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Talita Godoy
25/08/2013


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domingo, 28 de julho de 2013

O sucesso consiste em não fazer inimigos - Max Gehringer

***Circulou na Internet que...

 Nas relações humanas no trabalho, existem 3 importantes regras: 

Regra número 1: 

Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar.
Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. 
 Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009. 

Regra número 2: 

A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros. 

Regra número 3: 

Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo,parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. 
 Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender. 

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é! 
 
A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos. 


Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho.
Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa! 

Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória. 

"Na natureza não existem recompensas nem castigos. 
Existem conseqüências."



AUTOR: MAX GEHRINGER

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domingo, 21 de julho de 2013

Texto - "Atribuição de Notas"

Por contribuição do meu sempre querido professor Moisés Olímpio, segue um texto, creio eu ser verídico, que circulou recentemente na Internet. 

A realidade de nossa (Des)educação.


ATRIBUIÇÃO DE NOTAS

                – Caro professor o chamei aqui na sala da direção pois constatei que você atribuiu nota zero a vários alunos.
            – Sim, são alunos que não fazem nada, mal trazem o material, ficam a brincar e raramente abrem os cadernos. Até pedi a convocação dos pais, porém não solucionou o caso.
            – Entendo, vejamos um caso…este aqui, C. F.S.; você o conhece.
            – Sim, é da oitava série.
            – Humm, ele frequenta a escola.
            – Sim.
            – Então merece um ponto, não acha, afinal possui algum conhecimento geográfico, consegue chegar à escola, sem contar que consegue localizar a sala. Convenhamos então que o aluno  está presente e merece um ponto pela simples presença!  Aliás, ele traz material.
            – Sim, mas não usa.
            – Ora professor, se ele traz o material, ele consegue contextualizar o momento histórico, sabe que vem para a escola e que deve trazer o material, mais um ponto.
            – Às vezes ele vem sem, e pede para coleguinhas.
            – Ora, então ele sabe fazer interações, devemos levar isso em conta, logo mais um ponto.  Ademais, se olharmos bem, chegar até a oitava série sem desistir, devemos estimular esse jovem, mais um ponto. Diga-me, ele sabe escrever o próprio nome.
            – Sim.
            – Então mais um ponto. E você, professor, é um aluno seu, você deve ter dado recuperações para esse aluno, e ele merece uma nota, pois foi oportunizado! Finalmente, a escola, nossa escola tem o objetivo de garantir o sucesso do aluno, assim a própria escola tem o dever de atribuir um ponto ao aluno em questão. Agora vejamos, três, cinco…sete. Pronto professor, o aluno que você daria zero agora tem sete, veja que daria uma nota zero a um aluno de sete! Deve mudar seu conceito de avaliação caro mestre!
            – E o meu de escola também.
            – Ora professor, que nota atribui a nossa escola, zero também?
            – Não sete.


Autor: Profº. Ricardo Gomes Pereira

terça-feira, 11 de junho de 2013

Turma de Marketing 2013/1

Para a maioria dos alunos do curso de Marketing posso dizer: Parabéns, completamos a primeira etapa...

Foi uma honra conhecê-los, ensinar e principalmente aprender muito com vocês!!!

Olha só que turma linda:





"A verdadeira viagem da descoberta consiste não em
buscar novas paisagens, mas em ter olhos novos."

-- Marcel Proust


Com carinho,

Talita Godoy 

domingo, 2 de junho de 2013

Resumo da aula - Psicologia Organizacional (27/maio)



Resumo da aula – Psicologia Organizacional (27/05/2013)

Cultura Organizacional

Do ponto de vista do senso comum, cultura se define por mais cultura ou menos cultura, cultura melhor uma do que a outra. Para o senso comum, quem estuda mais tem mais cultura, mas segundo esse tipo de raciocínio são poucas as pessoas que dominam diversos assuntos, que estudaram muito e que, portanto, têm mais cultura.  Esse modo de se interpretar a cultura, cai em julgamento de pessoas e povos, classificam e fazem distinção entre pessoas. A cultura também se associa a costumas diferentes, com os quais as pessoas tentam se adaptar.

Mas não está certo se este é um conceito tão popular? O que é senso comum? À “capacidade das pessoas, de aplicarem palavras e conceitos para explicar algo que viveram, sem recorrer a livros, instrução ou reflexão, chamamos senso comum” (KEMP, 2011, P. 50).

Eis uma definição científica: “Cultura se refere aos valores que compartilham os membros de um corpo, às normas que estabelecem e aos bens materiais que produzem. Os valores são ideias abstratas, quanto que as normas são princípios definidos ou regras que as pessoas devem cumprir” (Anthony Guiddens, 1989).

Ou ainda: “Cultura é um sistema simbólico, característica fundamental e comum da humanidade de atribuir, de forma sistemática, racional e estruturada, significados e sentidos às coisas do mundo” (Clifford Geertz, 1973).   

 De forma geral, o que se procura incluir em praticamente todas as definições encontradas para cultura são as realizações humanas, representadas nos níveis material e imaterial. Aquilo que ele fabrica, constrói, são as realizações materiais. As artes, as crenças, suas ideias sentimentos são as realizações imateriais.

Como se pode notar, a diferença básica entre o conceito científico e o conceito apontado pelo senso comum, é que este segundo se inspira no conhecimento popular, na experiência prática de vida para apresentar suas definições, já o conceito científico segue um rigor acadêmico para definir conceitos. Isso não significa que o senso comum está errado, mas apenas que a ciência não utiliza o conceito “cultura” do mesmo jeito.

A antropologia também apresenta sua definição para cultura, pois ela é a ciência dedicada ao estudo do homem. A palavra antropologia é composta por outras duas, que vêm do latim: “antrophos”, que significa homem e “logia”, que significa estudo. Surgiu no século XIX, e para se aprofundar nas diferenças entre os povos europeus e os demais, aprofundou-se na cultura de cada um deles. Com o passar do tempo a Antropologia passou a estudar o homem em qualquer ambiente, não apenas tribos ou pequenas comunidades distantes.

Edward Tylor define cultura, pelo viés da Antropologia como “um conjunto complexo que inclui os conhecimentos, as crenças, a arte, a lei, os costumes, e todas as outras capacidades e hábitos adquiridos pelo homem enquanto membro de uma sociedade”.

Para o antropólogo Roque de Barros Laraia, afirma que a Antropologia preocupa-se em demonstrar a importância da cultura e minimizar coisas como nossas características físicas ou clima e a geografia do lugar em que nascemos. Ele argumenta que mesmo em ambientes muito semelhantes, mas distantes geograficamente, os grupos humanos desenvolvem hábitos muito diferentes (KEMP, 2011, p. 21).

Contextualizando para a questão de cultura organizacional, não é porque uma empresa é do mesmo segmento que a outra que ela vai ter o mesmo “jeito” de trabalhar. Não é porque um diretor troca de empresa que ele leva, necessariamente, o seu estilo de gerenciar processos e pessoas. Cada grupo é formado por crenças e valores específicos, que determinam a sua cultura particular, estabelecendo o seu jeito de ser, que deve ser percebido, aprendido e de preferência no qual os novos funcionários consigam se adaptar.

 Por isso num dos exercícios propostos, veio a reflexão sobre a seguinte frase: Entre as formigas existe sociedade mas não existe cultura”. Existe ordem sobre os indivíduos do grupo, uma sequência lógica que todos seguem, vivendo harmoniosamente em sociedade. Mas quais são os seus valores, suas crenças? Não há. Não há cultura porque não há uma tradição viva, algo que passe de geração para geração. “Sem uma tradição, uma coletividade pode viver ordenadamente, mas não tem consciência do seu estilo de vida (DaMattta, 2000).

Ao chegar numa empresa nova, observe qual o seu estilo de vida, quais são suas crenças e valores, verifique se você está apto a se adaptar. Nem sempre é o mais forte que sobrevive, e sim, aquele que tem maior capacidade de adaptação, segundo conceitos advindos do darwinismo social.

Dicas de sites:



Referência:
KEMP, Kenia. Homem e Sociedade. São Paulo: Editora Sol, 2011.


TALITA GODOY
MAIO/2013

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