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domingo, 17 de agosto de 2014

EVENTO - Alunos da Uniesp no Entrevista aberta


Alunos de Publicidade e Propaganda participam de evento com jornalistas e publicitários de renome no projeto Entrevista Aberta

 

Um evento assim não acontece todo dia, por isso o sabor nos pareceu especial.  Por iniciativa do jornalista Guilherme Azevedo, diretor do portal Jornalirismo.com.br, alunos de diversas faculdades, bem como profissionais da área da comunicação, contam com o projeto Entrevista Aberta para degustar de momentos de raro prazer em contato mais próximo com renomados escritores, diretores de criação, executivos em geral, para um bate-papo onde a plateia faz o papel de entrevistadora e os convidados respondem de forma franca e descontraída.
Já passaram pelo banco dos entrevistados, entre outros: Washington Olivetto, Audálio Dantas, Celso Loducca, e a dupla que esteve no último sábado, dia 09/08, o jornalista Ricardo Kotscho, que recentemente completou 50 anos de carreira,  e o publicitário Eco Moliterno, diretor de criação da campanha "Tá de brinqueicham", que usa e abusa do Inglês do técnico de futebol Joel Santana num divertido comercial de shampoo, muito comentado no evento, devido ao grande sucesso atual.
 
 

                                     Marco, Nivaldo, Ricardo Kotscho e Gabriel
 
Kotscho e Moliterno foram atenciosos e generosos em suas respostas concisas, esclarecendo dúvidas dos entrevistados, como quando foi perguntado sobre o processo de criação de uma campanha ou quando lhes foi pedido para citarem um erro que tivesse marcado suas carreiras. Em mais de duas horas de conversa, também se destacaram pelo bom senso de humor e simpatia com que atenderam pessoalmente aos alunos e outros profissionais para uma sessão improvisada de fotos e autógrafos, num gesto de admiração por parte do público.

Entre eles, Nivaldo Lisboa Junior, Marco Antônio e Gabriel Ferreira, do 6º semestre do curso de Publicidade e Propaganda da Uniesp - Centro Velho, que ouviram atentamente aos sábios ensinamentos que os entrevistados puderam compartilhar a cada resposta e comentário.

 
 
 
                                           Nivaldo, Guilherme, Gabriel e Marco
 
 
"Um evento assim é algo raro que os alunos devem aproveitar", observou Gabriel Ferreira. Da mesma forma comentou Nivaldo Junior: "Foi um privilégio ouvir estes profissionais tão experientes que têm muito a nos ensinar", o evento "valeu por uma aula", ressaltou Marco Antônio, que já se programa para o próximo Entrevista Aberta, que deve ser realizado em outubro.
 
O jornalista Guilherme Azevedo - que também é professor, com mestrado em comunicação - participou das duas últimas edições da semana acadêmica dos alunos de comunicação da Uniesp e promete voltar. Ele estende o convite a todos os alunos lembrando que o evento é gratuito e os alunos recebem o certificado de participação para desenvolver o relatório de atividade complementar.

Aos interessados em assistir ao vídeo com esta edição ou das anteriores, o material está disponível no portal www.jornalirismo.com.br
Fique atento ao portal para saber a data e fazer sua inscrição para o próximo Entrevista Aberta.
 
 
 
 Público e entrevistados na edição de agosto do projeto Entrevista Aberta
 
Aproveitamos a oportunidade para agradecer ao Guilherme Azevedo e sua equipe por ter prestado atendimento de primeira aos universitários da Uniesp, que foram tratados com toda gentileza e cortesia tornando nosso momento ali ainda mais agradável.

 
 
Talita Godoy
17/08/14

domingo, 29 de junho de 2014

Teatro - Jantar



   Para quem acompanha o Blog, fica fácil reparar que vivo reclamando de saudade dos velhos tempos, quando este começou, pois foi o meu período de maior riqueza cultural, quando eu ia muito ao teatro, assistia a gêneros variados, em todo tipo de ambiente. E foi nos considerados piores que encontrei as melhores peças, a melhor diversão e os melhores amigos para as minhas aventuras culturais (não é o caso desta vez, mas valeu pela lembrança, rs!).

E por que dizer isso agora???Simples! Bem ali, no centro da cidade, meio que por acaso, fui convidada pelos alunos de Publicidade para assistir uma peça de teatro no Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB. A primeira vez que estive ali foi naqueles tempos passados, e foi inesquecível. Saí de casa correndo, com muito custo cheguei em cima da hora e lá fomos nós! Antes consegui arrebanhar mais dois alunos, de Marketing, que passavam por ali. Devo dizer que o CCBB fica muito perto da faculdade onde trabalho, mas como as noites sempre estão ocupadas, aproveitar uma oportunidade rara torna-se um evento e tanto. Torci para que a peça fizesse jus ao tamanho da minha expectativa. E assim foi. 

Jantar já começa bem pelo cenário, do jeito que eu gosto, muito simples e altamente criativo. As paredes são totalmente cobertas, do teto ao chão, de um tipo de papel amassado, dando a ideia de flocos de algodão, talvez de uma parede ornamentada ou em relevo, toda branca, trazendo a temperatura de fora do cenário para dentro dele - o frio da neve. 

O segundo ponto que logo me chamou atenção foi o nível técnico dos atores, maravilhosos. Todos desconhecidos por mim, que parei nos últimos anos de acompanhar este mutante mercado artístico, mas que sem preconceito algum pude apreciar e me deixar envolver na trama que une mistério, intrigas, ciúme, traições e enganos. Tudo isso com uma boa dose de humor, às vezes negro, um tanto refinado, como a anfitriã, que surge logo na primeira cena com seu vestido de paietê vermelho, elegantérrima, porém, logo se revela uma boa estraga prazeres - só não posso contar o motivo! E pode confiar em mim, vale a pena conferir minhas razões de tanto sigilo...

O texto tem uma dose de sarcasmo, é duramente crítico e cínico ao se referir aos meios hipócritas com que jogamos para aparentar sucesso, felicidade, realizações, e com o julgamento ao que submetemos aos outros, até mesmo pessoas que nos são próximas. O que pretendemos com isso??? E essa hipocrisia da sociedade é só alheia ou participo disso, de alguma forma?

São questões que a peça sugere pensar, não para resolver, mas para nos colocar diante de situações que simplesmente acontecem. E não só durante aquela refeição. 

Também gostei, e também recomendo, mas corra... esta delícia de Jantar já está para acabar!!!



JANTAR 
Texto: Moira Buffini
Direção: Mauro Baptista Vedia 
Preço: R$10,00 (inteira); R$5,00 (meia)
CCBB - Rua Álvares Penteado, 112


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Exposição - Esporte Movimento



Caixa Cultural Apresenta: 
Esporte Movimento - Até 20 de Julho de 2014


  Ao menos até onde pude perceber, fala-se apenas em futebol, o tempo todo, aqui, na cidade de São Paulo. Justo, pois estamos recebendo a Copa do Mundo, evento de suma importância para o esporte no âmbito mundial. 

Exatamente por isso, me chamou atenção o tema escolhido pela Caixa Cultural para expor em seu suntuoso prédio, localizado próximo a Praça da Sé, abrangendo esportes no geral. Ali se encontram materiais diversos, como roupas, equipamentos, e até mesmo selos comemorativos ou cartazes da época entre outras referências aos esportes, como desenhos que ficaram nas peças antigas como jarras, moedas, medalhas e os famosos louros, sejam de bronze, prata ou de ouro, assim como um legítimo elmo, que eu não sabia ao certo o que era, mas descobri ser parte daquelas roupas de aço que os medievais usavam nas batalhas, ou mesmo a tocha, usada nos jogos olímpicos da Suécia, em 1956. Até a figura de Hitler aparece por lá! A exposição mostra e ensina muito. 

Tudo muito bem organizado e distribuído pelo prédio que nos reservas boas surpresas, como uma lente de aumento para vermos bem de perto as pequenas moedas de ouro, com inscritos referentes aos esportes e o capacete inesquecível do nosso campeão eterno, Ayrton Senna. Em um dos pisos superiores, roupas, artigos esportivos, medalhas e fotografias, ao lado de histórias que contam o heroísmo de atletas brasileiros, como João do Pulo e Adhemar Ferreira da Silva. 

A geração atual não conhece esses valentes que quebraram recordes e marcaram história para o país. Como tantos que também não conhecem o elenco que está em campo hoje, defendendo a seleção brasileira, pois a maioria joga no exterior, não temos contato com eles a não ser pelos noticiários na tevê ou quem acompanha os campeonatos europeus. 

Também não nos damos conta de quanta politicagem existe por de trás dos eventos esportivos, que hoje movimentam milhões de dinheiro (seja qual for) e para tantos setores, incluindo o Marketing esportivo, tão em alta no momento. Não percebemos quantos acertos, conchavos, derrubadas e tramoias são traçadas para que tudo apareça diante dos nossos olhos como um espetáculo envolvente ao qual assistimos hoje e nos esquecemos amanhã. 

Fora a parte desagradável, que por fim nem se quer nos afeta tão diretamente, ao menos ao que pensamos, o que fica são os nomes na história, e que raramente temos a oportunidade de conhecer, como por meio desta excelente exposição realizada pela Caixa Cultural, que merece os parabéns pela iniciativa e pela organização. 

Incentivei a diversas pessoas para que fossem até lá, compartilhando o que vi, gostei e recomendo até o último dia, porém, que eu saiba, não foi o bastante para convencê-los. Este ficou sendo o ponto que particularmente eu reforçaria, a divulgação não foi tão intensa, o que é lamentável, pois a localização do prédio é muito boa, e tenho visto muitos turistas passando por perto... tomara que tenham entrado, mas como saber do evento se está tão pouco divulgado, ao meu ver? 

Fiquei sabendo apenas porque procurei a informação, por interesse próprio, e valeu a pena passar aqueles momentos num ambiente tão bonito, aconchegante, bem organizado, tranquilo, e por alguns minutos esquecer da loucura que a cidade é, bem ali, do lado de fora.

A companhia também foi muito agradável, alunos de Publicidade e Propaganda que não ficaram em casa nem em dia de greve! Aproveitamos o momento para ir à exposição e cumprir mais algumas horas de atividade acadêmica. Foi muito bom e recomendo a todos. 


EXPOSIÇÃO ESPORTE MOVIMENTO
QUANDO: ATÉ 20/07/2014
HORÁRIO: DE TERÇA A DOMINGO, DAS 9H ÀS 19H.
ONDE: CAIXA CULTURAL SÃO PAULO - PRAÇA DA SÉ, 111
ENTRADA GRATUITA


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sábado, 10 de maio de 2014

Teatro - Nas Alturas


Nas Alturas - Musical da Broadway no Teatro Bradesco


     Mais uma vez, arrisquei num musical da Broadway aqui no Brasil. 
Ao entrar no teatro fui informada que deveria me dirigir ao primeiro piso. Fiz que não entendi e lá fui. Na entrada do saguão esclareci minha dúvida: era mesmo uma troca de lugares devido ao baixo número de espectadores presentes na casa. 

Primeiro fiquei feliz pelo ganho, paguei bem menos por uma cadeira localizada num piso dado como ruim, e acabei alocada num ótimo lugar. Quando custar um pouco menos, vale a pena pagar mais em comparação com o piso superior, que fica muito distante e dá uma sensação perfeita desse distanciamento. 

Mas, passada esta alegria inicial, veio uma preocupação, trauma da peça anterior: se a sala estava vazia, poderia ser pela qualidade do espetáculo, que não deveria ser grande coisa. Mas como não, se é musical da Broadway? E a fama, onde fica?

Pois bem. Na minha humilde análise, novamente as vozes não estavam bem encaixadas com as músicas, contudo dessa vez deixo uma crítica pessoal para o teatro, pois a qualidade do áudio estava ruim. O microfone da atriz principal estava muito alto, chegando a distorcer os agudos. A moça foi prejudicada, creio eu, por este motivo. 

Da parte artística, tudo simples, bem bolado, mas logo no começo nos deu um susto por apresentar diversas músicas ao estilo hap, um som forte e insistente, deu uma certa aflição ao imaginar que seria assim por uma hora. O casal que estava sentado duas fileiras a frente foi embora no intervalo, sem a menos cerimônia. 

Dessa vez não tinham nomes famosos para segurar a plateia, e desconfio que mais pessoas devem ter ido também. Que pena, nem mesmo trocando de lugares para outros privilegiados o casal se sentiu satisfeito, deu adeus e lá se foram.

O estilo musical era variado, mas, na maioria, as músicas eram hap, não dava para entender direito as letras, e o final estava claro desde o início, exceto por uma grande surpresa, coisa rara... um dos personagens morre, dando um rumo diferente ao caminho que levou a história ao final imaginado. 

Outro ponto que assumo, foi minha falha, custei a entender que tratava-se da história de imigrantes de diversas nacionalidades, não apenas de mexicanos. Mas ficou estranho cada um falando com um sotaque meio diferente, somente quando colocaram bandeiras no cenário, depois da metade da peça, é que desconfiei, rs. E mais adiante as nacionalidades foram citadas, esclarecendo ainda mais os fatos. Ficou estranho, mas tudo bem, se eu tivesse mais cultura ou conhecimento de geografia, teria imaginado e matado a charada antes, contudo, a deixa poderia ter vindo bem antes, como a colocação das bandeiras no cenário, por exemplo. 

No geral, não foi tão ruim assim, a casa poderia estar mais cheia. Uma pena estes espetáculos custarem caro e começarem tarde. Talvez isso explique o vazio do teatro, mas me preocupa o prejuízo que os produtores possam ter.

Quer saber mesmo? Tenho saudades dos meses de Praça Roosevelt. Além de quebrar um paradigma pessoa, de puro preconceito com o lugar, me diverti como nunca antes, estive em ótima companhia de amigos sensacionais e gastei bem pouco. Valeu demais pela lembrança que ficou e pela qualidade das peças que assisti. 

Vou postar algumas delas para recordar e comemorar 0 ano IV do Blog, que comemoro em maio. Boa ideia!!!

Aos interessados, o musical Nas Alturas ainda está em cartaz no Teatro Bradesco, no Shopping Bourbon.





Talita Godoy
10/05/2014



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Lá vem aí mais um dia das mães


Pois bem; dia das mães! 

Pra quem tem, ótimo, especialmente num mundo capitalista, ótimo para o comércio. Pra quem não tem, que dó, aquele sorriso e daquele abraço fazem mesmo muita falta. Pra mim, dor silenciosa. Não demonstro minha emoção, mas o corpo sente. E se manifesta. Desta vez, gripe das fortes, voz foi embora e cá estou, depois disso passa.

Enfim, como dizem, a vida continua e vamos em frente, reaprendendo a viver sem elas, mães que partiram.

À minha mãe, Yolanda, minha eterna homenagem. E à prima Shirley, que recentemente também nos deixou.


Família Godoy, reunida pela última vez, em 2007




Com amor e carinho,

Talita
10/05/2014



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quinta-feira, 20 de março de 2014

Charge - Educação Pós-Moderna


Quino,cartunista argentino, autor de Mafalda, desiludido com o rumo que está tomando o mundo quanto a valores e educação, assim expressou o seu sentimento a esse respeito:



 











A genialidade deste artista produziu uma das melhores criticas sobre a educação dos filhos nos tempos atuais...


OBS: Circulou na Internet em Março/2014. Recebi por e-mail do Prof. Moisés Olímpio. 


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